sábado, 7 de fevereiro de 2015

MG: PASTOR É PRESO APÓS ORGANIZAR "SURUBA EVANGÉLICA"

No município mineiro de João Monlevade, um pastor de 36 anos foi preso após denúncias de que ele estaria promovendo encontros sexuais coletivos entre os fiéis da "Igreja do Reavivamento Divino". Segundo testemunhas ouvidas na 27ª Delegacia Regional João Monlevade, o pastor Gibran Henrique induzia os fiéis a deturpações das leituras bíblicas para que os mesmos se despissem de suas roupas e de sua moral.

Giovana Duarte Sarmento, estudante de 27 anos disse em depoimento que o pastor selecionava as moças e rapazes de beleza mais evidente para os "encontros de aprofundamento", nestes encontros ele afirmava que para entrar em conexão direta com Deus precisariam tirar as roupas e tomar o sangue de Cristo, que era representado por cálices de Cabernet Sauvignon. 

Depois de dezenas de cálices de vinho o pastor Gibran promovia a chamada "comunhão com os irmãos", que segundo depoimento de Letícia Duila Cabral, radialista de 26 anos, seria uma espécie de abraço coletivo onde todos deveriam sentir integralmente o corpo dos irmãos. 

O depoimento mais chocante foi o da enfermeira Melissa Farias, que aos 32 anos, que viveu momentos de horror que jamais deseja lembrar. Segundo ela o pastor Gibran dizia que quem quer ser amado precisa amar, que era preciso amar ao próximo como a ti mesmo... Só que o "amor" neste caso seria um eufemismo de sexo. E ela confessou ter sido submetida a sessões de "sexo pervertido" com dois irmãos simultaneamente. 

O pastor Gibran se defende argumentando que o Brasil em sua Constituição Federal garante liberdade de culto as religiões, e que a "igreja do Reavivamento Divino" acredita na libertação da alma por meio de orgasmos. E que mesmo se for preso converterá na prisão muitas almas para o seu senhor. 

O município de João Monlevade era uma espécie de Meca da "igreja do Reavivamento Divino". Com a prisão de seu maior líder, a igreja deve encerrar suas atividades em nosso país. O pastor Gibran pede orações e ajudas financeiras para custear as despesas decorrentes de sua defesa jurídica.  Fonte: Tramadopormulheres